Certamente, pensar em como vivem os gatos não faz parte da vida rotineira das pessoas, mas se parassem pra observar tal modo de vivência veriam que os gatos são animais não muito sentimentais, são infiéis, não moram apenas na casa do seu dono, mas também na casa do vizinho e além disso enterram as suas necessidades fisiológicas – que apesar de parecer educado, podemos considerar isso uma sujeira, afinal ninguém o ensinou a fazer isso.
Assim como os gatos, várias pessoas se arriscam. Ao atravessar uma rua, uma avenida, ou algo parecido, os gatos apesar de verem que um carro se aproxima eles atravessam e por pouco escapam de uma fatalidade. Podemos comparar o carro com o perigo, pois muitas vezes passamos ou sentimos a sensação de perigo, mas preferimos arriscar!
Assim como os gatos, em vários casos, ficamos “sobre o muro”. Esse fato de ficar sobre o muro podemos comparar as nossas indecisões, em alguns momentos ficamos em dúvidas entre o sim e o não, o branco e o preto... E quando resolvemos tal indecisão, pulamos de um muro para o outro; E assim de muro em muro, indecisões à parte, tornamos esse fato em algo constante.
Assim como os gatos, escondemos nossas atitudes sujas, somos indecisos, arriscamos intensamente, somos infiéis e ficamos ali, “de muro em muro”. E ainda dizem que somos descendentes dos macacos.
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Atenciosamente, Ronnie Ballack.
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